Coletivo paulistano de teatro de pesquisa fundado em 2006 pelos atores Francisco Wagner, Lígia Borges, Roberta Stein e Paulo Arcuri. CONTATO: teatrodatravessia@gmail.com
quarta-feira, 18 de abril de 2012
sábado, 14 de abril de 2012
OFICINA: A TRAVESSIA DO ATOR-NARRADOR
Coordenação: Lígia Borges e Roberta Stein
Período: 17.04 a 26.06 (terças-feiras), das 18h30 às 21h30
Público: interessados em teatro e literatura com conhecimento prévio, a partir de 18 anos.
Inscrições até: 16.04
Seleção: Carta de interesse
20 vagas.
A oficina propõe o desenvolvimento do processo criativo do ator a partir da elaboração de cenas baseadas em memórias pessoais e textos não-dramáticos (como contos, poemas, romances e haikais)
Lígia Borges é atriz e pesquisadora, com mestrado em Artes Cênicas pela Unesp e pela Université Paul-Valéry Montpellier III (França)
Roberta Stein é atriz, graduada pela UEL e com pós-graduação pela Université Paul-Valéry Montpellier III (França)
terça-feira, 10 de abril de 2012
"Aquela água toda"

Nós do Teatro da Travessia tivemos a honra de participar nesta noite do lançamento de "Aquela água toda, de nosso querido amigo e parceiro João Anzanello Carrascoza. Fomos convidados a ler o primeiro conto desta linda obra - estética e poeticamente falando - em um coquetel realizado na Livraria Martins Fontes.
Como não poderia deixar de ser, sua escrita é potente; Carrascoza brinca de equilibrar delicadeza e força, espanto e alegria; choques e amenidades... Um lindo encontro nesta noite e, com certeza, para cada futuro leitor, a possibilidade de novos belos encontros.
Novos passos de nossa Travessia
Nós do Teatro da Travessia temos o prazer de compartilhar mais dois grandes passos de nosso percurso: a estreia de Colóquio internacional sobre o Amor no Brasil, que ocorrerá entre os meses de maio e junho de 2012, e o início de mais uma parceria internacional, desta vez com a Compagnie Singulier Pluriel de Montreal, Canadá.
Após a estadia na França em 2011 e a criação de Colloque International sur l'Amour, com direção de Philippe Goudard, retomamos o processo de criação deste espetáculo em fins do ano passado com vistas a implementá-lo dramatúrgica e esteticamente com auxílio de nosso sempre parceiro Luiz Fernando Marques. Esperamos, sinceramente, que Colóquio consiga falar sobre amor de uma maneira provocativa. Esperamos que provoque riso e reflexão; riso proveniente de uma atitude crítica; riso diante do que poderia ser assustador e até trágico. Veremos...
Já a parceria entre nós do Teatro da Travessia e a Compagnie Singulier Pluriel, nas pessoas da dramaturga e encenadora Julie Vincent e do compositor Michel Smith, é fruto da confluência de interesses estéticos e temáticos relativos à criação teatral. Os elementos que esperamos conhecer e/ou aprofundar nesta nova aventura cênica são especialmente: a integração entre memória e ficção; a narração permeada por diálogos; a apresentação de fragmentos de vida múltiplos relativizando a abordagem temática; o conto teatral contemporâneo como estímulo para cena; o desenvolvimento da musicalidade e do uso de recursos de projeção com intuito de nutrir e complementar o trabalho dos atores; o contato direto e não invasivo com o público, e o risco.
Depois de vários meses de contato mediado pelo computador, foi realizado no mês de março, em São Paulo – na sede do Grupo XIX de Teatro – um estágio de 10 dias ministrado por Vincent aos atores da Travessia. Nele puderam experimentar, pela primeira vez, três contos teatrais da dramaturga montrealesa – provenientes de seu texto La Robe de Mariée de Gisèle Schmidt – e dois contos inéditos de João Anzanello Carrascoza, escritos especificamente para esta que será a terceira criação do grupo.
Infelizmente, nesta versão do Fomento nossa companhia não foi contemplada, mas certamente continuaremos buscando meios de financiar a continuidade de nossa caminhada. Estamos bastante motivados, especialmente por poder olhar para trás e vermos a estrada que trilhamos nesses seis anos de trabalho. Com amor e obstinação acreditamos que no início do próximo ano estaremos convidaremos vocês a compartilharem de nossa terceira criação!terça-feira, 27 de setembro de 2011
sábado, 17 de setembro de 2011
Projeto Conexão Brasil-França
Desde o início das criações do Teatro da Travessia, em 2006, figuram como aspectos estruturais de realização: o teatro como experiência a todos os participantes (atores e público), a utilização de espaços não-convencionais para a encenação, a pesquisa sobre o uso da narrativa na cena (sem adaptação ao diálogo) e a descoberta de formas de interação não-invasivas com o público. A criação de Dias Raros partiu das bases supracitadas e desencadeou o prazer pela busca continua por maneiras de trabalhar com a literatura no teatro bem como por inserir a narrativa no presente da cena.
Para o segundo processo, criado na França, a companhia buscou radicalizar determinados aspectos da criação a partir do conhecimento das linguagens burlesca e clownesca, como: o contato estabelecido com o público; a capacidade de improviso e de colocar-se em risco em virtude de uma dramaturgia aberta; a utilização mínima de objetos com máximo de significados; e a encenação pautada no domínio técnico do ator. Dessa pesquisa nasceu, em maio de 2011, sob direção de Philippe Goudard, o espetáculo Colóquio internacional sobre o amor.
O video a seguir mostra as diversas atividades desenvolvidas ao longo dos seis meses de estadia da companhia paulistana em Montpellier, a saber: os ensaios e apresentações de Dias raros em francês; a criação e as apresentações de Colóquio internacional sobre o amor; a realização de uma exposição intitulada O Brasil visto pelos brasileiros, e por fim, a organização de uma conversa com os espectadores.
Então, peguem suas pipocas e bom espetáculo!
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Invitation
Jeudi 12 mai et vendredi 13 mai à 19h15
Théâtre La Vignette
Route de Mende
34199 - Montpellier cedex 5
Réservation 04 67 14 55 98
http://theatre.univ-montp3.fr/Colloque-international-sur-l-Amour.html
Colloque international sur l’Amour est une investigation sur l’amour et sur les sentiments contraires qu’on lui impute, à partir d’un regard critique et humoristique. Le choix de travailler les procédures burlesques a pour intention de révéler les aspects qui habituellement ne sont pas considérés ou pensés dans une première approche de cette thématique-ci.
La pièce de la troupe brésilienne, une écriture scénique collective créée à partir d'improvisations et des textes de la littérature et de la philosophie française, a été développée dans le cadre d’un échange international et sera plus tard adaptée, en portugais, au Brésil.
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